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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Cobertura on-line: sites, blogs e Twitter













Imprensa deu ampla cobertura ao Democlássicos

Tivemos ótimas matérias de televisão. Ao vivo na Globonews, programa "Estúdio I", antecedendo nossa apresentação no Studio SP; e reportagem da TV Cultura, programa Metrópolis, documentando a estreia em São Paulo.

A mídia impressa também ofereceu farta cobertura ao Democlássicos.

E Heloisa Fischer comentou na sua coluna da rádio CBN, em rede nacional.

Democlássicos na Globonews, 02/11/2010 from democlassicos on Vimeo.



Democlássicos na TV Cultura, 03/11/2010 from democlassicos on Vimeo.


















terça-feira, 23 de novembro de 2010

Página inteira em Cuiabá

Tivemos um ótimo espaço no jornal "A Gazeta", de Cuiabá, no dia exato de nossa apresentação na cidade.

sábado, 6 de novembro de 2010

Cuiabá, cidade desconcertante

Poucas horas após o término do show no Studio SP, em São Paulo, embarcamos para Cuiabá. Assim como nas demais datas da turnê, fizemos uma única apresentação por lá.

Uma van com plaquinha "Democlássicos" esperava no aeroporto e nos transportou pela cidade. O jornal A Gazeta nos deu página inteira. Sites antecipavam nossa presença na Casa Fora do Eixo.



Um comentário muito bacana sobre o Studio SP

O blogueiro Lourenço Maciel estava nos assistindo no Studio SP. Ele publicou um post muito interessante no dia seguinte.

Clique aqui para ler na íntegra.

Mídia paulistana antecipa nossa estreia no Studio SP

A estreia do projeto Democlássicos no Studio SP ganhou boa repercussão de mídia em São Paulo.

Fizemos uma entrada ao vivo, de tarde ainda, para o jornal "Estúdio I", da Globonews. O jornal "Estado de S. Paulo" deu matéria grande, com chamada na capa do Caderno 2. Clique aqui para ler.

Na internet, o site de noitadas Oba Oba destacou o show. Alê Youssef, um dos sócios do Studio SP, twitou duas vezes naquele dia. E o site da Veja SP reproduziu on-line o mesmo tijolinho que havia publicado na versão impressa.



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Site Ronca Ronca recomenda Democlássicos

O site Ronca Ronca, do DJ carioca Mauricio Valladares, recomenda a seus leitores a nossa turnê. Maurício também divulga Democlássicos em seu programa de rádio na Oi FM.

Estreia em São Caetano do Sul está no Diário do Grande ABC

O jornal Diário do Grande ABC dá hoje uma ótima matéria sobre a estreia da turnê Democlássicos, no Cidadão do Mundo, em São Caetano do Sul. É a capa do caderno de cultura.



 Para ler o texto clique aqui.. A versão on-line do jornal publicou a matéria assim:

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Release para imprensa

Democlássicos

Uma ideia surpreendente e inovadora, que vem ganhando espaço em algumas capitais mundiais da cultura, como Berlim e Londres, ganha sua versão brasileira.

Democlássicos: um espetáculo de música clássica ao vivo, em formato de concerto de câmara, no espaço das casas noturnas onde o pop e a música eletrônica normalmente dominam.


O Instituto Vivamúsica! leva Democlássicos, de 1 a 8 de novembro, a cinco cidades do país. Ganhador do Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica, o quarteto de jovens e reconhecidos músicos promove o encontro da música clássica com o público dos clubes e casas noturnas. O projeto itinerante Democlássicos estará no Beco (Porto Alegre), no Studio SP (São Paulo), na Associação Cidadão do Mundo (São Caetano do Sul), na Casa Fora do Eixo (Cuiabá) e no Espaço Mundo (João Pessoa).

As casas noturnas, palco natural e usual das novas bandas, dos DJs e da música eletrônica, com seus freqüentadores do circuito de shows e das pistas, recebem a música de Mozart e Britten e dos brasileiros Radamés Gnatalli, Ernani Aguiar e Wagner Tiso. O show é 100% clássico, sem qualquer interferência de outros gêneros musicais, com cerca de 50 minutos de duração.

“Nessas casas noturnas,  encontramos um público que não tem hábito de ouvir o clássico mas está aberto a novas possibilidades sonoras”, aponta Heloisa Fischer, criadora do projeto e diretora do Instituto VivaMúsica!.  Ela observa como é preocupante, no mundo inteiro, a não-renovação de platéias para o gênero. “O projeto Democlássicos é uma contribuição brasileira à busca dos novos formatos para apresentar clássicos para a juventude do século 21, em novos canais de contato. A escolha de palcos em que a música clássica jamais subiu é proposital: queremos apresentar o mundo dos concertos ao jovem em locais onde ele está acostumado a ouvir outros gêneros de música”, resume Heloisa.

Casas noturnas são o espaço por excelência de novas tendências musicais, atraindo um público com ouvidos abertos, e a música clássica precisa buscar novos territórios para alcançar os jovens que não freqüentam salas de concerto. É aqui que entra o projeto Democlássicos: explorando a sede de novidade e a abertura desse público para o inusitado, o diferente, o surpreendente. 

 “As casas noturnas que vão receber o projeto Democlássicos são espaços bastante simbólicos e bem sucedidos da cena alternativa independente pop em cada uma das cidades, atraindo público fiel e curioso por novos sons”, conta Heloisa. “Todos fazem parte das Casas Associadas – Associação Brasileira das Casas de Shows Independentes, uma organização engajada no fomento da cadeia produtiva da música e aberta ao diálogo com todos os sons. A entidade é apoiadora institucional do projeto”. Democlássicos conta com o entusiasmo dos diretores de programação das casas noturnas – empolgados com essa novidade que já faz sucesso em Berlim e Londres. Os ingressos para os shows têm preços simbólicos (R$ 2 e R$ 10) ou são gratuitos.

O quarteto formado por Felipe Prazeres (violino), Ivan Zandonade (viola), Marcus Ribeiro (violoncelo) e Carlos Prazeres (oboé) vai apresentar um programa com músicas de Mozart (Quarteto em fá maior k.370), Radamés Gnattali (Divertimento para violino, viola e violoncelo), Ernani Aguiar (Duo para violino e viola e violoncelo), Benjamin Britten (Phantasy Quartett op.2 para oboé, violino e violoncelo) e Wagner Tiso (Choro cromático e A lenda do beijo).

Pelo mundo

Na última década, começaram a se destacar, em alguns países, iniciativas bem sucedidas no sentido de desenvolver formatos alternativos ao concerto tradicional. O objetivo é aproximar a música clássica da juventude que freqüenta a noite e as pistas. Na Alemanha, a festa Yellow Lounge organizada pela gravadora Deutsche Grammophon em casas noturnas de Berlim; na Inglaterra, a série de concertos Limelight no 100 Club e os eventos Nightshift organizados pela Orchestra of the Age of Enlightenment, ambos em Londres; nos Estados Unidos, a casa noturna Le Poisson Rouge em Nova York e o circuito Classical Revolution na costa leste.

Heloisa Fischer, jornalista, radialista e empreendedora cultural carioca, tem 17 anos de experiência de comunicação de música clássica. Fundadora e diretora de VivaMúsica! Edições e do Instituto VivaMúsica!, do qual é diretora executiva. Comentarista de clássicos da rede CBN de rádio e da MEC FM do Rio. Por iniciativa de VivaMúsica!, foi instituído o Dia Nacional da Música Clássica em 5/3, nascimento de Villa-Lobos.


 1.nov – segunda-feira – 20h
São Caetano do Sul/ Espaço Cidadão do Mundo - Rua Rio Grande do Sul, 73 – Centro – São Caetano - não há telefone fixo.
Lotação da Casa: 60 pessoas
ENTRADA FRANCA


2.nov – terça-feira – meia-noite
São Paulo/ Studio SP - Rua Augusta, 591CEP: 01305-000 - São Paulo
Tel/Fax: (55 11) 31297040
Lotação da Casa: 500 pessoas
ENTRADA FRANCA

 3.nov – quarta-feira – 21h
Cuiabá/Casa Fora do Eixo - Rua Floriano Peixoto nº 527, Quilombo – Cuiabá MT
Telefone: 65 3052 0321
Lotação da Casa: 250 ~ 300 pessoas
ENTRADA FRANCA


6.nov - sábado – 23h
João Pessoa/ Espaço Mundo - Pça Antenor Navarro, 53, Varadouro - Centro Histórico - PB
Lotação da Casa: 200 pessoas
INGRESSO: R$ 2

8.nov – segunda-feira – 21h
Porto Alegre/ BECO - Avenida Independência, 936 – Tel. (51) 3026-2126
INGRESSO: R$ 10
Lotação da Casa: 450 pessoas

QUARTETO: Carlos Prazeres, oboé /  Felipe Prazeres, violino / Ivan Zandonade, viola / Marcus Ribeiro, violoncelo
PROGRAMA
Mozart: Quarteto em fá maior k.370
Radamés Gnattali: Divertimento para violino, viola e violoncelo.
Ernani Aguiar : Duo para violino e viola e violoncelo.
Benjamin Britten: Phantasy Quartett op.2 para oboé, violino e violoncelo.
Wagner Tiso: Choro cromático e A lenda do beijo

CARLOS PRAZERES, oboé - É regente-assistente de Isaac Karabtchevsky na Orquestra Petrobras Sinfônica desde 2005. Como maestro convidado, tem dirigido conjuntos sinfônicos como a Orchestre National des Pays de la Loire, na França; Youth Orchestra of the Americas; Junge Philharmonie Salzburg; Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Sinfônica da USP, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Campinas e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC). É diretor artístico da Orquestra e Coro da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Estudou regência com Isaac Karabtchevsky no Brasil e na Itália. Freqüentou masterclasses de Moshe Atzmon, Roberto Duarte, Osvaldo Colarusso e Roberto Tibiriçá.  Graduou-se em oboé na UNI-Rio, onde estudou com Luis Carlos Justi. Como bolsista da Fundação VITAE cursou especialização na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan, sob orientação de Andreas Wittmann. Atua como oboísta-solista da OPES, cargo que desempenhou também junto a Barock Orchester Berlim, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

FELIPE PRAZERES, violino - Spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 2001. Graduado na Uni-Rio com o professor Paulo Bosísio, já solou com as principais orquestras do Brasil, como a Petrobras Sinfônica, Sinfônica Brasileira e Orquestra da Escola de Música da UFRJ. Atuou sob a batuta de renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Roberto Tibiriçá, Sílvio Barbato e Ernani Aguiar, entre outros. Participou de masterclasses como executante com Camila Wicks, Pierre Amoyal, Czaba Ederly e Ole Böhn, Boris Belkin, Domenico Nordio dentre outros. Participa ativamente do cenário brasileiro de música como camerista e solista, executando obras do repertório tradicional e de novos compositores. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, em 1997, e Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999.

IVAN ZANDONADE, viola - Lider de naipe na Orquestra Petrobras Sinfônica. Iniciou seus estudos em Vitória, Espírito Santo. No Rio de Janeiro, concluiu bacharelado na Uni-Rio, na classe do professor Marco Antônio Lavigne. Foi bolsista da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento musical com o professor Paulo Bosísio. Integra também o naipe de violas da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

MARCUS RIBEIRO, violoncelo - Músico da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também se dedica à música de câmara e à música popular. Integrou a banda da cantora Marisa Monte, na turnê Infinito particular. Sua experiência pedagógica inclui classes no Curso Internacional de Música Scala, em Juiz de Fora, e na Faetec.

Assessoria de Imprensa: VERBO ViRTUAL

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