segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Release para imprensa

Democlássicos

Uma ideia surpreendente e inovadora, que vem ganhando espaço em algumas capitais mundiais da cultura, como Berlim e Londres, ganha sua versão brasileira.

Democlássicos: um espetáculo de música clássica ao vivo, em formato de concerto de câmara, no espaço das casas noturnas onde o pop e a música eletrônica normalmente dominam.


O Instituto Vivamúsica! leva Democlássicos, de 1 a 8 de novembro, a cinco cidades do país. Ganhador do Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica, o quarteto de jovens e reconhecidos músicos promove o encontro da música clássica com o público dos clubes e casas noturnas. O projeto itinerante Democlássicos estará no Beco (Porto Alegre), no Studio SP (São Paulo), na Associação Cidadão do Mundo (São Caetano do Sul), na Casa Fora do Eixo (Cuiabá) e no Espaço Mundo (João Pessoa).

As casas noturnas, palco natural e usual das novas bandas, dos DJs e da música eletrônica, com seus freqüentadores do circuito de shows e das pistas, recebem a música de Mozart e Britten e dos brasileiros Radamés Gnatalli, Ernani Aguiar e Wagner Tiso. O show é 100% clássico, sem qualquer interferência de outros gêneros musicais, com cerca de 50 minutos de duração.

“Nessas casas noturnas,  encontramos um público que não tem hábito de ouvir o clássico mas está aberto a novas possibilidades sonoras”, aponta Heloisa Fischer, criadora do projeto e diretora do Instituto VivaMúsica!.  Ela observa como é preocupante, no mundo inteiro, a não-renovação de platéias para o gênero. “O projeto Democlássicos é uma contribuição brasileira à busca dos novos formatos para apresentar clássicos para a juventude do século 21, em novos canais de contato. A escolha de palcos em que a música clássica jamais subiu é proposital: queremos apresentar o mundo dos concertos ao jovem em locais onde ele está acostumado a ouvir outros gêneros de música”, resume Heloisa.

Casas noturnas são o espaço por excelência de novas tendências musicais, atraindo um público com ouvidos abertos, e a música clássica precisa buscar novos territórios para alcançar os jovens que não freqüentam salas de concerto. É aqui que entra o projeto Democlássicos: explorando a sede de novidade e a abertura desse público para o inusitado, o diferente, o surpreendente. 

 “As casas noturnas que vão receber o projeto Democlássicos são espaços bastante simbólicos e bem sucedidos da cena alternativa independente pop em cada uma das cidades, atraindo público fiel e curioso por novos sons”, conta Heloisa. “Todos fazem parte das Casas Associadas – Associação Brasileira das Casas de Shows Independentes, uma organização engajada no fomento da cadeia produtiva da música e aberta ao diálogo com todos os sons. A entidade é apoiadora institucional do projeto”. Democlássicos conta com o entusiasmo dos diretores de programação das casas noturnas – empolgados com essa novidade que já faz sucesso em Berlim e Londres. Os ingressos para os shows têm preços simbólicos (R$ 2 e R$ 10) ou são gratuitos.

O quarteto formado por Felipe Prazeres (violino), Ivan Zandonade (viola), Marcus Ribeiro (violoncelo) e Carlos Prazeres (oboé) vai apresentar um programa com músicas de Mozart (Quarteto em fá maior k.370), Radamés Gnattali (Divertimento para violino, viola e violoncelo), Ernani Aguiar (Duo para violino e viola e violoncelo), Benjamin Britten (Phantasy Quartett op.2 para oboé, violino e violoncelo) e Wagner Tiso (Choro cromático e A lenda do beijo).

Pelo mundo

Na última década, começaram a se destacar, em alguns países, iniciativas bem sucedidas no sentido de desenvolver formatos alternativos ao concerto tradicional. O objetivo é aproximar a música clássica da juventude que freqüenta a noite e as pistas. Na Alemanha, a festa Yellow Lounge organizada pela gravadora Deutsche Grammophon em casas noturnas de Berlim; na Inglaterra, a série de concertos Limelight no 100 Club e os eventos Nightshift organizados pela Orchestra of the Age of Enlightenment, ambos em Londres; nos Estados Unidos, a casa noturna Le Poisson Rouge em Nova York e o circuito Classical Revolution na costa leste.

Heloisa Fischer, jornalista, radialista e empreendedora cultural carioca, tem 17 anos de experiência de comunicação de música clássica. Fundadora e diretora de VivaMúsica! Edições e do Instituto VivaMúsica!, do qual é diretora executiva. Comentarista de clássicos da rede CBN de rádio e da MEC FM do Rio. Por iniciativa de VivaMúsica!, foi instituído o Dia Nacional da Música Clássica em 5/3, nascimento de Villa-Lobos.


 1.nov – segunda-feira – 20h
São Caetano do Sul/ Espaço Cidadão do Mundo - Rua Rio Grande do Sul, 73 – Centro – São Caetano - não há telefone fixo.
Lotação da Casa: 60 pessoas
ENTRADA FRANCA


2.nov – terça-feira – meia-noite
São Paulo/ Studio SP - Rua Augusta, 591CEP: 01305-000 - São Paulo
Tel/Fax: (55 11) 31297040
Lotação da Casa: 500 pessoas
ENTRADA FRANCA

 3.nov – quarta-feira – 21h
Cuiabá/Casa Fora do Eixo - Rua Floriano Peixoto nº 527, Quilombo – Cuiabá MT
Telefone: 65 3052 0321
Lotação da Casa: 250 ~ 300 pessoas
ENTRADA FRANCA


6.nov - sábado – 23h
João Pessoa/ Espaço Mundo - Pça Antenor Navarro, 53, Varadouro - Centro Histórico - PB
Lotação da Casa: 200 pessoas
INGRESSO: R$ 2

8.nov – segunda-feira – 21h
Porto Alegre/ BECO - Avenida Independência, 936 – Tel. (51) 3026-2126
INGRESSO: R$ 10
Lotação da Casa: 450 pessoas

QUARTETO: Carlos Prazeres, oboé /  Felipe Prazeres, violino / Ivan Zandonade, viola / Marcus Ribeiro, violoncelo
PROGRAMA
Mozart: Quarteto em fá maior k.370
Radamés Gnattali: Divertimento para violino, viola e violoncelo.
Ernani Aguiar : Duo para violino e viola e violoncelo.
Benjamin Britten: Phantasy Quartett op.2 para oboé, violino e violoncelo.
Wagner Tiso: Choro cromático e A lenda do beijo

CARLOS PRAZERES, oboé - É regente-assistente de Isaac Karabtchevsky na Orquestra Petrobras Sinfônica desde 2005. Como maestro convidado, tem dirigido conjuntos sinfônicos como a Orchestre National des Pays de la Loire, na França; Youth Orchestra of the Americas; Junge Philharmonie Salzburg; Sinfônica de Porto Alegre, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Sinfônica da USP, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Campinas e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC). É diretor artístico da Orquestra e Coro da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Estudou regência com Isaac Karabtchevsky no Brasil e na Itália. Freqüentou masterclasses de Moshe Atzmon, Roberto Duarte, Osvaldo Colarusso e Roberto Tibiriçá.  Graduou-se em oboé na UNI-Rio, onde estudou com Luis Carlos Justi. Como bolsista da Fundação VITAE cursou especialização na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan, sob orientação de Andreas Wittmann. Atua como oboísta-solista da OPES, cargo que desempenhou também junto a Barock Orchester Berlim, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

FELIPE PRAZERES, violino - Spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 2001. Graduado na Uni-Rio com o professor Paulo Bosísio, já solou com as principais orquestras do Brasil, como a Petrobras Sinfônica, Sinfônica Brasileira e Orquestra da Escola de Música da UFRJ. Atuou sob a batuta de renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Roberto Tibiriçá, Sílvio Barbato e Ernani Aguiar, entre outros. Participou de masterclasses como executante com Camila Wicks, Pierre Amoyal, Czaba Ederly e Ole Böhn, Boris Belkin, Domenico Nordio dentre outros. Participa ativamente do cenário brasileiro de música como camerista e solista, executando obras do repertório tradicional e de novos compositores. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, em 1997, e Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999.

IVAN ZANDONADE, viola - Lider de naipe na Orquestra Petrobras Sinfônica. Iniciou seus estudos em Vitória, Espírito Santo. No Rio de Janeiro, concluiu bacharelado na Uni-Rio, na classe do professor Marco Antônio Lavigne. Foi bolsista da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento musical com o professor Paulo Bosísio. Integra também o naipe de violas da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

MARCUS RIBEIRO, violoncelo - Músico da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também se dedica à música de câmara e à música popular. Integrou a banda da cantora Marisa Monte, na turnê Infinito particular. Sua experiência pedagógica inclui classes no Curso Internacional de Música Scala, em Juiz de Fora, e na Faetec.

Assessoria de Imprensa: VERBO ViRTUAL

 Luciana Medeiros-21- 2294-4560 / 8139-0202 lucianamedeiros@verbovirtual.com.br


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